By César Elias
Desde antes de Cristo os RITOS DE PASSAGEM já balizavam a sociedade. Desde a circuncisão dos judeus, iniciação dos indígenas, funerais faraônicos e, é claro, cerimônias pluriculturais de casamento.
A vida ainda é feita de ritos de passagens, adaptados, com sutileza, às nossas realidades.
Minha prima menor formou-se na 1ª série e oradora foi, recebeu anel e vestiu-se de toga e beca; outro primo, careca, é bixo da medicina. Debutar saiu de moda, mas 15 anos ainda é um marco na vida das meninas. Temos ainda os velórios floridos que, infelizmentem, nunca sairão de voga.
Mais do que simples tradições,
somos DEPENDENTES desses ritos. Eles marcam as mudanças nas nossas vidas e ajudam a elaborar as transformações.
Há os defensores das uniões estáveis, do ajuntamento “test drive” ou do “deixa a vida me levar”.
Eu não… sou militantes desses rituais. Cada passagem merece uma comemoração, que nos faça refletir a importância de cada momento, cada segundo vivido.
O nosso rito da hora é o do
anel no dedo…
…e que venham os demais!!