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quarta-feira, 2 de abril de 2014

Sweet Lorraine -

Quando Fred, este senhor de 96 anos de idade, viu o anúncio de uma competição de música no jornal da sua cidade não imaginou como isso mudaria sua vida para sempre.
Ele não sabia tocar nenhum instrumento, nem mesmo era bom cantando… mas ainda assim ele resolveu fazer algo.
Fred escreveu uma canção para sua esposa que havia falecido há pouco mais de um mês.
O resultado dessa história você vê clicando noplay do vídeo abaixo.

Veja mais AQUI




sábado, 29 de março de 2014

Stand By Me | Playing For Change | Song Around the World

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

ORAÇÃO DE SÃO FRANCISCO - FAGNER











quarta-feira, 17 de julho de 2013

Merceditas – uma mulher, um amor, uma canção.




Amor não correspondido é certamente, uma das dores mais difíceis de  serem esquecidas, no caso de Ramón Sixto Rios e   Mercedes Strickler, parece que ele não só carregou pela vida toda como, ao compor Merceditas, eternizou sua dor.   
Morador de Buenos Aires, Ramón conheceu Mercedes, uma jovem da zona rural próxima ao povoado de Humboldt, província de Santa Fé, onde foi com uma companhia de teatro.  Mantiveram um namoro formal por dois anos, principalmente por carta, visto que continuaram morando cada um em sua cidade; Buenos Aires e Humboldt, respectivamente.  Passado esse tempo, Ramón propôs casamento à Mercedes, mas ela não aceitou e terminou a relação.  Inconformado, ele  continuou escrevendo e lhe enviando cartas por muitos anos e compôs o chamamé  Merceditas.
Merceditas transformou-se numa das mais famosas músicas de raiz folclórica da Argentina, foi traduzida para vários idiomas e foram feitas versões por um grande número de intérpretes.


Merceditas – Los Chalchaleros da cidade de Salta, capital da província de mesmo nome, considerado um dos mais importantes conjuntos folclóricos da Argentina.   



 


Merceditas - Os Serranos representam todos os bons conjuntos fandangandeiros do Rio Grande do Sul, posto que por aqui, conjunto que não toca Merceditas fica devendo!



 Merceditas-  Gal Costa. Mais uma maravilhosa versão na inconfundível voz da Gal e de brinde fotos da musa, Mercedes, quando jovem.




"Merceditas" - Yamandu Costa+Renato Borghetti+Guto Wirtti+Arthur Bonilha- Levada pelas mãos destes quatro mestres, Merceditas, que sempre foi fandangueira e nos chamou pra danças, aqui parece dizer: Sentem e escutem:




Em 1990, Ramón e Mercedes, depois de muitos anos, tiveram um novo encontro, ele voltou a propor casamento à amada, ela...      Bem, vamos deixar que ela mesma nos conte como foi este encontro,  através das imagens do programa da TV Argentina, “En el camino”:



Entrevista com Mercedes

Esta señora es Merceditas, la del chamamé - En el Camino





Um brinde para os leitores que gostam de "aranhar" suas violas:

Video-Aula Mercedita com o professor Alexandre da Luz



A letra:

Merceditas

¡Qué dulce encanto tiene
en mi recuerdo, Merceditas,
aromada florecita,
amor mío de una vez!
La conocí en el campo,
allí muy lejos, una tarde,
donde crecen los trigales,
provincia de Santa Fe.

Así nació nuestro querer,
con ilusión, con mucha fe.
Pero no sé por qué la flor
se marchitó y muriendo fue.
Y amándola con loco amor,
así llegué a comprender,
lo que es sufrir, lo que es querer;
porque le dí mi corazón.

Como una queja errante
en la campiña va flotando
el eco vago de mi canto,
recordando aquel amor.
Pero, a pesar del tiempo
transcurrido, es Merceditas
la leyenda que palpita,
en mi nostálgica canción.

Así nació nuestro querer,
con ilusión, con mucha fe.
Pero no sé por qué la flor
se marchitó y muriendo fue.
Y amándola con loco amor,
así llegué a comprender,
lo que es sufrir, lo que es querer;
porque le dí mi corazón.




Versão em Português:

Que doce encanto traz
a minha lembrança, Mercedita,
minha flor a mais bonita
Que uma vez tanto amei
A conheci no campo
há muito tempo, Numa tarde
onde crescem os trigais
Província de Santa Fé;

E assim nasceu nosso querer
Com ilusão com muita fé
Mas eu não sei por que a flor
Foi murchando até morrer
E amando-lhe com louco amor
Assim cheguei a compreender
O que é querer o que é sofrer
Por ter lhe dado o coração

E como vento errante
nas poçilhas Vai sobrando
um eco vago do meu canto,
Vai lembrando aquele amor
Mas apesar do tempo
já passado, És Mercedita
a lembrança que palpita
Na minha triste canção

E assim nasceu nosso querer
Com ilusão com muita fé
Mas eu não sei por que a flor
Foi murchando até morrer
E amando-lhe com louco amor
Assim cheguei a compreender
O que é querer o que é sofrer
Por ter lhe dado o coração

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Desassossegos


Pra que mora abaixo do paralelo 30ºS, de repente, numa manhã qualquer, assistir essa pequena homenagem, é suficiente pra inquietar a alma, fazer lembrar dos que já partiram e valorizar ainda mais os que ainda estão por aqui.


terça-feira, 14 de maio de 2013

O guri calou sua voz

Quinze anos sem Cesar...




Guri
Das roupas velhas do pai queria que a mãe fizesse
Uma mala de garupa e uma bombacha e me desse
Queria boinas e alpargatas e um cachorro companheiro
Pra me ajudar a botar as vacas no meu petiço sogueiro
Hei de ter uma tabuada e o meu livro "Queres Ler"
Vou aprender a fazer contas e algum bilhete escrever
Pra que a filha do seu Bento saiba que ela é meu bem querer
E se não for por escrito eu não me animo a dizer
Quero gaita de oito baixos pra ver o ronco que sai
Botas feitio do Alegrete e esporas do Ibirocai
Lenço vermelho e guaiaca compradas lá no Uruguai
Pra que digam quando eu passe saiu igualzito ao pai
E se Deus não achar muito tanta coisa que eu pedi
Não deixe que eu me separe deste rancho onde nasci
Nem me desperte tão cedo do meu sonho de guri
E de lambuja permita que eu nunca saia daqui